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Poesia #5: Reflexos

Sentei-me no banco da praça
Pra ver o canto do passarinho
Olhar a flor que perfumada
Espalha perfume na galhada
Agora cheia de orvalho
Orvalho da noite triste
Porque já não mais existe
a luz cortejante
Seu luar triunfante
E seu sublime calor

Desfigurei bem perto de mim
Uma borboleta colorida
Que estava feliz da vida
Pois em suas revoadas
Dava salpicos e mais salpicos
Ao meu redor sem restritos
Parecia transmitir mensagem
Não mensagem de guerra
Que tumultavam toda terra
Mas sim mensagem de amor

Amor que contagia
Até a própria agonia
Pois se tem amor se tem vida
Na qual sendo bem vivida
com otimismo e abnegação
Tornar-se-a claridade do céu sombrio
A luz da vela apagada
Enfim tornar-se-á
O elo da pessoa amada.

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  1. setembro 16, 2010 às 12:24 am

    Adorei!Lindo demais.

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