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Mudança: vida solitaria e universitaria

Peço desculpas por ter demorado tanto para postar a continuação do post passado é que passei por alguns problemas com a conexão, na verdade eu não tinha como conectar. Aproveitando… para alguém que está com saudades da namorada como eu, que não gosta de festas e que prefere ficar em casa, vários livros ainda não são suficientes para cumprir o papel da internet. Juro que no final desses últimos dias eu já não tinha mais o que arrumar dentro do meu apartamento. Hahaha! 😀

Bom, eu fiquei de relatar nesse segundo post como é a vida de um estudante recém chegado a universidade e numa cidade nova. Vou me limitar a falar somente da primeira semana já que as outras (acredito eu) sejam irrelevantes.

Como todo período de volta das férias o mais complicado nos primeiros dias é readaptar seu organismo para a [nova] rotina já que estávamos acostumados acordar 8 da manhã (no mínimo) e agora é preciso acordar pelo menos as 7h para não ficar naquela correria antes de ir para a aula (ou trabalho).

No primeiro dia eu não consegui acordar no horário que estipulei (6:30h) pois como fiquei acordando durante a madrugada (acho que por causa da ansiedade) quando o relógio despertou parecia que meus olhos estavam pregados, não abriam de jeito nenhum.

Levantei era 7:10h da manhã e como as aulas começavam as 8:00h foi possível tomar um café tranquilo e sem muita pressa. Quando eu estava descendo as escadas, trombei com um veterano de outro curso que me perguntou o que eu estava fazendo com a mochila nas costas. Expliquei para ele que carregava minhas coisas dentro dela para ficar mais fácil; foi quando ele me aconselhou deixar tudo em casa e levar só a chave-de-casa, pois eu iria receber trote.

Não deu outra; entrando na escola — e depois de achado o bloco do meu curso — os veteranos já avisaram que teríamos que fazer “pedágio” (arrecadação de dinheiro nos semáforos para a festa dos calouros). Lógico que eles não forçaram, nem fizeram nada que ultrapassasse o bom-senso, inclusive perguntaram quem gostaria de participar. Como eu senti que não iriam fazer nada muito chato, resolvi ir para conhecer a minha turma e alguns veteranos.

(Tirando o fato de não ter almoçado e ainda não ter recuperado a camiseta que eu estava usando naquele dia, correu tudo bem.)

Lógico que antes de ir para essa “zuação”, tivemos um papinho com o coordenador do curso de Física, Alberto Ibañez Ruiz, que disse coisas ao meu ver MUITO verdadeiras.

Confesso que fiquei muito animado com o coordenador e com alguns professores que já tive a oportunidade de conversar, fiquei feliz por eles parecerem prestativos. Mas tenho minhas dúvidas quanto a isso; não que eu esteja duvidando da integridade dos professores, apenas que prefiro aguardar para ter certeza que eles não estavam apenas “polindo” a realidade. 😉 Assim, se não for do jeito que eu esperava, não fico desanimado e nem chateado com a situação.

Fica complicado eu fazer uma “geral” sobre os professores, já que essa semana tivemos apenas uma introdução de Cálculo I e de Laboratório de Física I. Tanto o Marco Escher de cálculo quanto o Ervino Ziemath me pareceram bons professores.

Acho que da universidade [no geral] ainda não posso falar muito, pois quase não tive aulas e sequer conheci todos os professores. Algumas coisas que vi eu não esperava encontrar em um ambiente que se deduz (de maneira erronea) que estejam “pessoas pensantes”. Algumas atitudes, discursos, justificativas, etc. me entristeceram bastante, mas isso são coisas para posts futuros (eu espero conseguir escrever tudo que tenho em mente escrever).

Nomais, o que está me “matando” por aqui é a saudade. Para mim é a coisa mais complicada de lidar; todas as outras eu consigo me virar numa boa. É aquele lance… eu não gosto da cidade que eu morava, mas as pessoas que estão lá eu amo. Como eu já disse no outro post: “…é distribuir tristeza em meio a tanta felicidade.” Mas tem que ir levando…

Acho que a maior experiência até agora para mim foi: cozinhar! Como eu já tinha assistido alguns vídeos no youtube de culinária (é.. fazer o que… tem que aprender) meu arroz e algumas coisas que fiz por aqui ficaram ótimos para o meu paladar. 🙂 Ficaram tão boas que decidi voltar para casa (é perto…) e almoçar em casa ao invés do bandeijão, assim economizo e como uma comida melhor.

Bom, espero que isso “sirva de estímulo” (se preparem para o banho de água fria dos posts futuros) para aqueles alunos que não veem a hora de ir para a Universidade. Nomais, se algum aluno de terceiro ano (ou mais novo) quiser tirar alguma dúvida em específico sobre ‘morar sozinho’ ou sobre a ‘universidade’, me mande um e-mail ou coloque um comentário perguntando aqui mesmo, será um prazer ajudar. 😉

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