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Archive for julho \26\UTC 2008

Design gráfico

julho 26, 2008 1 comentário

Há um tempo atrás, coisa de dois ou três anos, eu trabalhei (arranhava para ser sincero) com design, cheguei até mesmo tirar um dinheirinho extra com isso, mas eu fiz a [b]besteira[/b] de abandonar e nunca mais estudei sobre as ferramentas que eu utilizava. Ou seja, acabei perdendo a prática, óbvio.

Não estou dizendo que eu deveria ter seguido carreira nisso, só que eu poderia ter estudado paralelamente sobre design, já que eu gostava (ainda gosto) e conseguia trabalhar bem com as ferramentas. Diversas vezes, alunos do Ensino Médio deixam passar algo que eles ‘levam jeito’, não só por falta de maturidade mas também por falta de incentivo. Posso estar sendo injusto, mas penso que o papel da escola é justamente reparar naquilo que o aluno é bom e tentar incentivá-lo.

Bom… não me lembro ao certo qual foi o motivo para eu ter parado (acho que não houve um), mas hoje eu teria continuado a estudar design gráfico como algo complementar. No mais, recomendo aos alunos que vem aqui ler o blog, dedicar um pouco do tempo para algo que é ‘natural’ seu: desenho artístico, programação, facilidade para consertar aparelhos eletrônicos, etc. O mínimo que poderá acontecer é você ter aprendido algo interessante…

Mas voltando…

Aproveitei nessas férias para reaprender sobre as ferramentas e pretendo ir voltando aos poucos fazendo algo aqui e acolá, vou tirar algumas horinhas para estudar design gráfico, vamos ver no que dá.

Nessas semanas que passaram fiz alguns cartões de visita e até tirei um dinheirinho para as férias com isso. Com o tempo vou voltando a fazer as capas de trabalho, wallpapers, cartazes de propaganda, etc.

Se sobrar tempo, já que as próximas semanas serão corridas, postarei alguns desses trabalhos que fiz.

Caso tenham interesse nesse meu trabalho, fiquem a vontade para entrar em contato:

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Voltando com a China na bagagem

julho 21, 2008 2 comentários

Vou aproveitar que as Olimpíadas estão chegando e vou falar um bocadinho da China. Sei que muitos poderão achar que é um assunto que já “cansou”, mas… acho interessante e importante conhecer um pouco mais do que os jornais falam.

Que a China tem uma área extensa e com riquezas naturais, todos sabem ou já ouviram a respeito, entretanto pouco se diz que apenas 13% dessa riqueza é para o setor agrário. A maioria dos jornais, principalmente os televisivos, não dão importância para a explicação na sua essência, até porque sua função é ‘informar’. (*em alguns casos, nem isso são capazes* :-()

A divisão na China é feita em:

I) Lin-Kiang,
II) Tibet,
III) Mongólia,
IV) Manchúria,
V)
Planícies Orientais

I) Possui rios temporários, clima semi-árido e ário e por decorrência, uma população de baixa concentração (pequena), agrária e islâmica. Sua economia na parte de extrativismo é o petróleo e o urânio; na agrária e pecuária camelos, ovinos, caprinos; e na indústria a produção de armamentos (bélicos), nuclear, têxtil e de bebidas. É uma região anecumênica e muito complicada.

II) Nessa região a hidrogafia representa o maior centro dispersor d’agua da Ásia. Apresenta também uma população de baixa concentração e sua economia é de subsistência, desenvolvendo o extrativismo, caça e indústria artesanal. Também é uma região anecumênica e que busca sua independência.

III) Possui uma hidrografia pobre e a população é baixa em número de habitantes. Sua economia é baseada no extrativismo mineral (carvão, manganes, ferro), na agropecuária (trigo, ovino, batatas, beterraba) e na indústria de mineração.

IV) Sua hidrografia é rica, seu clima é influenciado pelo ventos de monções e sua população é a segunda mais populosa. A economia dessa região é baseada na extração mineral (carvão, manganes), na agricultura (trigo, batata, milho), pecuária (suína, bovina), indústria (siderurgia, petroquímica, metalurgia, máquina e componentes).

IV) Região com hidrografia rica e paisagem climatobotânica diversificada. A economia agrária da região possui vários cultivos (chá, algodão, arroz); pecuária (suínos, bufalos, aves). Na indústria, está localizada a ZEEs (Zoneas Econômicas Especiais) que representa o neoliberalismo desde 1977 aberto por Deng Xao Ping. É nessa área que se encontram as novas tecnologias do país.

*Lembrando que a abertura econômica que o país vem realizando coloca a China na terceira posição do ranking de economia mundial.

Espero que esse ‘resumo’ sobre alguns aspectos da China ajude as pessoas nas próximas leituras de jornais e revistas. 😉

Abraços.

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Retorno…

Bom, estive ausente por um bom tempo do blog e isso fez com que o seu movimento também diminuisse. Sei que eu poderia ter levado mais a sério nessas férias e feito um trabalho bacana, mas eu estava precisando ficar ‘a toa’ em algumas horas, portanto quando entrava no computador eu só acompanhava algumas notícias e me dedicava há um hobbie — que me traz um dinheirinho extra –, trabalhar no photoshop.

Também tirei algumas fotos e procurei conhecer mais sobre fotografia. 🙂 Ter a possibilidade de guardar um momento especial ou bonito é impagável e por isso achei “necessário” conhecer um pouco mais sobre esse trabalho.

Irei escrever algo agora… e logo, estarei postando por aqui. 😉

Abraços.

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Manifesto em defesa da liberdade e do progresso do conhecimento na Internet brasileira

Retirei o texto abaixo do blog do Sérgio Amadeu para apoiar a causa.

A Internet ampliou de forma inédita a comunicação humana, permitindo um avanço planetário na maneira de produzir, distribuir e consumir conhecimento, seja ele escrito, imagético ou sonoro. Construída colaborativamente, a rede é uma das maiores expressões da diversidade cultural e da criatividade social do século XX. Descentralizada, a Internet baseia-se na interatividade e na possibilidade de todos tornarem-se produtores e não apenas consumidores de informação, como impera ainda na era das mídias de massa. Na Internet, a liberdade de criação de conteúdos alimenta, e é alimentada, pela liberdade de criação de novos formatos midiáticos, de novos programas, de novas tecnologias, de novas redes sociais. A liberdade é a base da criação do conhecimento. E ela está na base do desenvolvimento e da sobrevivência da Internet.

A Internet é uma rede de redes, sempre em construção e coletiva. Ela é o palco de uma nova cultura humanista que coloca, pela primeira vez, a humanidade perante ela mesma ao oferecer oportunidades reais de comunicação entre os povos. E não falamos do futuro. Estamos falando do presente. Uma realidade com desigualdades regionais, mas planetária em seu crescimento. O uso dos computadores e das redes são hoje incontornáveis, oferecendo oportunidades de trabalho, de educação e de lazer a milhares de brasileiros. Vejam o impacto das redes sociais, dos software livres, do e-mail, da Web, dos fóruns de discussão, dos telefones celulares cada vez mais integrados à Internet. O que vemos na rede é, efetivamente, troca, colaboração, sociabilidade, produção de informação, ebulição cultural.

A Internet requalificou as práticas colaborativas, reunificou as artes e as ciências, superando uma divisão erguida no mundo mecânico da era industrial. A Internet representa, ainda que sempre em potência, a mais nova expressão da liberdade humana. E nós brasileiros sabemos muito bem disso. A Internet oferece uma oportunidade ímpar a países periféricos e emergentes na nova sociedade da informação. Mesmo com todas as desigualdades sociais, nós, brasileiros, somos usuários criativos e expressivos na rede. Basta ver os números (IBOPE/NetRatikng): somos mais de 22 milhões de usuários, em crescimento a cada mês; somos os usuários que mais ficam on-line no mundo: mais de 22h em média por mês. E notem que as categorias que mais crescem são, justamente, “Educação e Carreira”, ou seja, acesso a sites educacionais e profissionais. Devemos, assim, estimular o uso e a democratização da Internet no Brasil.

Necessitamos fazer crescer a rede, e não travá-la. Precisamos dar acesso a todos os brasileiros e estimulá-los a produzir conhecimento, cultura, e com isso poder melhorar suas condições de existência. Um projeto de Lei do Senado brasileiro quer bloquear as práticas criativas e atacar a Internet, enrijecendo todas as convenções do direito autoral.

O Substitutivo do Senador Eduardo Azeredo quer bloquear o uso de redes P2P, quer liquidar com o avanço das redes de conexão abertas (Wi-Fi) e quer exigir que todos os provedores de acesso à Internet se tornem delatores de seus usuários, colocando cada um como provável criminoso. É o reino da suspeita, do medo e da quebra da neutralidade da rede. Caso o projeto Substitutivo do Senador Azeredo seja aprovado, milhares de internautas serão transformados, de um dia para outro, em criminosos. Dezenas de atividades criativas serão consideradas criminosas pelo artigo 285-B do projeto em questão. Esse projeto é uma séria ameaça à diversidade da rede, às possibilidades recombinantes, além de instaurar o medo e a vigilância. Se, como diz o projeto de lei, é crime “obter ou transferir dado ou informação disponível em rede de computadores, dispositivo de comunicação ou sistema informatizado, sem autorização ou em desconformidade à autorização, do legítimo titular, quando exigida”, não podemos mais fazer nada na rede. O simples ato de acessar um site já seria um crime por “cópia sem pedir autorização” na memória “viva” (RAM) temporária do computador. Deveríamos considerar todos os browsers ilegais por criarem caches de páginas sem pedir autorização, e sem mesmo avisar aos mais comuns dos usuários que eles estão copiando. Citar um trecho de uma matéria de um jornal ou outra publicação on-line em um blog, também seria crime.

O projeto, se aprovado, colocaria a prática do “blogging” na ilegalidade, bem como as máquinas de busca, já que elas copiam trechos de sites e blogs sem pedir autorização de ninguém! Se formos aplicar uma lei como essa as universidades, teríamos que considerar a ciência como uma atividade criminosa já que ela progride ao “transferir dado ou informação disponível em rede de computadores, dispositivo de comunicação ou sistema informatizado”, “sem pedir a autorização dos autores” (citamos, mas não pedimos autorização aos autores para citá-los). Se levarmos o projeto de lei a sério, devemos nos perguntar como poderíamos pensar, criar e difundir conhecimento sem sermos criminosos.

O conhecimento só se dá de forma coletiva e compartilhada. Todo conhecimento se produz coletivamente: estimulado pelos livros que lemos, pelas palestras que assistimos, pelas idéias que nos foram dadas por nossos professores e amigos… Como podemos criar algo que não tenha, de uma forma ou de outra, surgido ou sido transferido por algum “dispositivo de comunicação ou sistema informatizado, sem autorização ou em desconformidade à autorização, do legítimo titular”? Defendemos a liberdade, a inteligência e a troca livre e responsável. Não defendemos o plágio, a cópia indevida ou o roubo de obras. Defendemos a necessidade de garantir a liberdade de troca, o crescimento da criatividade e a expansão do conhecimento no Brasil. Experiências com Software Livres e Creative Commons já demonstraram que isso é possível. Devemos estimular a colaboração e enriquecimento cultural, não o plágio, o roubo e a cópia improdutiva e estagnante. E a Internet é um importante instrumento nesse sentido. Mas esse projeto coloca tudo no mesmo saco. Uso criativo, com respeito ao outro, passa, na Internet, a ser considerado crime.

Projetos como esses prestam um desserviço à sociedade e à cultura brasileiras, travam o desenvolvimento humano e colocam o país definitivamente para debaixo do tapete da história da sociedade da informação no século XXI. Por estas razões nós, abaixo assinados, pesquisadores e professores universitários apelamos aos congressistas brasileiros que rejeitem o projeto Substitutivo do Senador Eduardo Azeredo ao projeto de Lei da Câmara 89/2003, e Projetos de Lei do Senado n. 137/2000, e n. 76/2000, pois atenta contra a liberdade, a criatividade, a privacidade e a disseminação de conhecimento na Internet brasileira.

Assinem e divulguem o manifesto!

Ajude a sustentar a Wikipédia e outros projetos, sem colocar a mão no bolso, e concorra a um Eee PC!

…e também a pen drives, card drives, camisetas geeks, livros e mais! O BR-Linux e o Efetividade lançaram uma campanha para ajudar a Wikimedia Foundation e outros mantenedores de projetos que usamos no dia-a-dia on-line. Se você puder doar diretamente, ou contribuir de outra forma, são sempre melhores opções. Mas se não puder, veja as regras da promoção e participe – quanto mais divulgação, maior será a doação do BR-Linux e do Efetividade, e você ainda concorre a diversos brindes!

Vamos lá pessoal, colaborem também com a iniciativa!

Abraços.

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Retorno

Acho que agora as coisas estarão mais calmas por aqui e estarei com mais tempo disponível para escrever no blog e ajudar no casualidade, que por sinal está sendo bastante freqüentado. 🙂

As visitas aqui no ‘Caminhos para a liberdade’ eu diria que é razoável, entretanto só tenho uma reclamação quanto aos comentários.

Alguns dirão: “Mas você quase não tem comentários”.

E esse é o problema, ninguém comenta nada. 😛

Abraços.

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Informando…

Só para não acharem que esqueci do blog, estou informando que ficarei ausente até a próxima semana, pois estou dedicando meu tempo para alguns estudos paralelos, hobbie e otras cositas mas.

Assim que as coisas ficarem mais tranqüilas voltarei escrever com mais freqüência.

Abraços.

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