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Relacionamentos digitais

Preciso fazer um apanhado geral das notícias, ou melhor, criar vergonha na cara e colocá-las aqui, já que as principais notícias já estão pré-selecionadas no [meu] Google Reader. Diga-se de passagem, tem muita coisa boa…

Quero ver se escrevo um pouco sobre Iluminismo, mas sou sincero em dizer que estou sem tempo para fazer isso. 😛 Por isso mesmo que não vou prometer…

De qualquer forma, o post de hoje é uma resposta ao do InterNey. Represento abaixo as perguntas feita pelo autor:

• Seus relacionamentos digitais são reais ou virtuais?
• Quantas pessoas em suas redes sociais você conhece de verdade?
• O quanto você se esforça para conhecer pessoalmente aqueles que você nunca apertou a mão?
• Quando você segue uma pessoa no twitter você está esperando uma oportunidade para encontrá-la ou é apenas uma perseguição virtual?
• Quantos telefones tem na sua agenda?
• Como os relacionamentos digitais transformaram sua vida pessoal e profissional?

Os relacionamentos digitais que eu tenho são na maioria reais e virtuais. Veja bem, possuo amigos (no Orkut, por exemplo) que eu [ainda] não conheci pessoalmente, tenho outros que estão em meu convívio social (diariamente), e outras, que apesar de conhecer, não tenho um laço forte, ou seja, não passa de um aperto de mão e perguntas de como está a família. Conhece aquela frase: “Fazer o social…”? É bem isso.

Eu não sou um maníaco do add, ou seja, eu não adiciono todos que tem um gosto parecido com o meu. Adiciono amigos que eu já tive um contato pessoalmente; que já troquei ao menos um ‘oi’; que mudaram de cidade (ou país); ou, em alguns casos, também adiciono pessoas que troquei idéias sobre um determinado assunto (teatro, críticas literárias, cinema, música, matemática, física, etc).

Algumas pessoas que tenho apenas um contato virtual, tenho o interesse de encontrá-las para levar um papo cara-a-cara. Entretanto, por motivos pessoais e de localização (distância) muitas vezes se torna inviável, e é ai que entra o lance de que ‘internet diminui essa distância’.

Em minha agenda tenho os telefones “mais importantes”. Ou seja, aqueles que quando eu precisar de ajuda, posso contar. Não adianta ter n+1 números telefônicos, se quando há urgência você não consegue encontrar aquele que mais precisa. A agenda se torna pouco efetiva.

PS: Tem dezenas de coisas que eu gostaria de falar a respeito, mas vou me limitar as perguntas feita pelo autor, quem sabe um outro dia escrevo mais sobre isso. 😉 Sintam-se a vontade para responderem as perguntas (feitas pelo autor) nos comentários.

Abraços.

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  1. abril 15, 2008 às 6:11 pm

    Pô, qdo resolver falar mais avisa! 🙂

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