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Archive for abril \30\UTC 2008

Google, links, Globalizacao 3.0

Bom-dia!

Dei uma pausa nos meus estudos agora pouco para ler algumas notícias, já que de tarde não pretendo ficar online. Como irei viajar nesse feriado, quero deixar tudo em ordem. 🙂 Mas… vamos ao que interessa.

Cada dia que passa vejo que o iGoogle está simplificando a vida de muitas pessoas (inclusive a minha), e conseqüentemente fazendo com que o dia seja mais produtivo e deveras mais divertido.

Hoje com o Google Reader tornou-se possível acessar meus jornais favoritos em qualquer lugar, basta ter uma conexão com a internet e pimba tenho acesso aos feeds ali na minha mão. Eu escrevi aqui algumas explicações sobre agregadores e feed RSS há um tempo atrás, se você não está muito familiarizado, vale a pena dar uma lida.

Além do Google Reader, pode ser adicionado dezenas de gadgets com funções que podem tornar o dia mais efetivo. E em qualquer lugar que tenha uma conexão com a internet, o acesso a tudo isso é com apenas um login e uma senha. É possível receber a cotação da BOVESPA, as principais machetes dos jornais The New York Times, CNN, Time, etc. E se você possuir uma conta no del.icio.us, basta adicionar um gadget na sua página principal e pronto, você pode pesquisar nos seus favoritos. 😉

E se já não bastasse tudo isso, também é possível adicionar um gadget no iGoogle (Driving Directions) que facilita a procura no Google Maps mostrando as rotas e direções de sua viagem. Em alguns lugares dos EUA é possível isso, basta esperar e logo teremos esse serviço… 🙂

Alguns links:

Animação explica o iGoogle
Stree View ainda mais interessante
Morre Albert Hofmann, pai do LSD

PS: Se tiver mais link e sobrar tempo eu adiciono aqui.

[]’s

A responsabilidade social dos cientistas

abril 28, 2008 1 comentário

Estou com um artigo em mãos que deve ser colocado nesse blog. Seu título é o mesmo desse post. Infelizmente não tenho muitas informações a respeito de autor, etc. Mas quero deixar claro que o texto não é de minha autoria.

Gostemos ou não, a pesquisa básica na física afeta mais do que apenas o nosso conhecimento do mundo físico. Por exemplo, a fissão e a fusão tiveram um impacto tão grande na nossa cultura que muitos de nós sentimos que a própria sobrevivência da civilização, como a conhecemos, está perigosamente pendente de um fio. Como disse E. B. White: “A bomba deu-nos uns poucos anos de graça sem guerra e agora ameaça-nos com um milênio de esquecimento.”

Desde o desenvolvimento da bomba atômica em 1945, um pequeno, porém muito significativo grupo de cientistas mundiais, sentiram a responsabilidade social de pelo menos alertar o público e os políticos dos riscos extremos envolvidos numa política que possa conduzir a guerra nuclear. Uma das atividades desses cientistas é a publicação de uma revista mensal de ciência e negócios públicos, Bulletin of the Atomic Scientists. Esse senso de responsabilidade por parte dos cientistas ajuda a explicar a inusitada quantidade de atividade política que encontramos dentro de parte da comunidade científica. Deveríamos esperar que a campanha para cessar o ensaio de armas nucleares tivesse sido iniciada pelos sociólogos, ou pelos dirigentes religiosos, e não pelos cientistas.

Algumas pessoas ressentem-se dessa “intromissão” dos cientistas na política. Há a objeção ponderável de que um cientista que goze de alto prestígio público por suas conquistas científicas pode fazer declarações apressadas, supersimplificadas a respeito de assuntos fora de seu campo de competência, confundindo e desorientando assim o público. Por causa de seu prestígio e reputação de pensador meticuloso, um cientista, que fale para o público sobre matéria política relacionada com a ciência, deve fazê-lo com extrema cautela. Da mesma forma como suas opiniões científicas são baseadas no pensamento cuidadoso e no estudo de assuntos relevantes, assim também suas opiniões políticas devem-se basear no pensamento cuidadoso e no estudo. Mas uma vez que essa condição seja satisfeita, o cientista que se aprofunde na relação entre ciência e política está realizando um valioso serviço público.

Esse cientista também sente que está cumprindo um de seus deveres como cientista. Este “segundo dever” do cientista é expresso por John M. Fowler no seu livro Fallout:

A opinião pública, nas grandes questões nucleares, mantém-se grandemente deformada e desinformada. Apresentar ao público o material bruto a partir do qual essa opinião posa forjar-se é tanto privilégio como o dever do cientista. Pois no nosso mundo de complexo saber e borbulhante tecnologia; os cientistas não têm um, mas dois deveres essenciais: primeiro, o tradicional dever de procurar a verdade; segundo, o dever de comunicar, a todos os que o necessitem, o conhecimento obtido nas suas pesquisas.

Alguns cientistas sentem este “segundo dever” mais fortemente do que outros. No entanto, sempre que os julgamentos políticos devam ser baseados no conhecimento técnico e no julgamento científico, haverá cientistas que sentem ser também seu dever ajudar a contribuir favoravelmente para os julgamentos políticos. Certamente seria perigoso para a sociedade um político sem formação científica tomar sozinho tais decisões vitais.

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Hoje dediquei minha tarde para estudar Geometria Analítica, fiz um esquema de toda a matéria, que acredito eu seja de grande valia para os estudantes de Ensino Médio (já vou avisando, não é decoreba). Infelizmente por conta dos gráficos e das observações que fiz fica difícil colocar aqui na WordPress, todavia vou ver se consigo fazer em PDF e disponibilizar o arquivo.

[]’s

Domingo de noticias…

abril 27, 2008 2 comentários

Vou aproveitar que neste domingo não tenho muita coisa para fazer e vou colocar mais algumas notícias por aqui. Eu preciso falar muita coisa nesse blog, mas não sobra tempo. 😛 É uma pena.

100 de John Bardeen
Big Bang e grande explosao: mal entendidos
Charlatanices, pseudo-ciência e pós-modernismo
Feliz aniversario SPAM
Review Ubuntu Linux 8.04
Linux na educacao
Baladeira (:-) 🙂 :-))
Live Mesh e o futuro do software proprietario (É… a coisa vai esquentar… :-))

Por enquanto é só. Se aparecer mais alguma coisa interessante, eu edito aqui.

[]’s

Cositas…

Estou BEM atrasado com as notícias, mas é que não estou com tempo ‘extra’, conseqüentemente o blog fica de escanteio. 😛 As notícias vão ficar na ordem das mais novas para as mais velhas.

Hubble atinge maioridade (Extra: Merging Galaxies
Guia Foca Linux na barra do firefox (isso pode ser muito útil)
Horarios de filmes no Google
Paises ricos incentivam imigracao de alto nivel
Hubble mostra colisao de galaxias
Twitter (No celular? Twitter on cell-phone , Twitter? — lembra que eu falei ontem sobre o Twitter, então…)
Efeito Homer Simpson
A internet esta sob ataque, por Sergio Amadeu
Fundamentos da educacao
Eletron dividido por quatro
Como conservar [melhor] a bateria do seu laptop
Blueproximity (programa muito util para ambientes de trabalho)
Kernel 2.6.25 (concordo que já saiu do forno faz um tempo… :-P)
Convertendo TIFF para PDF (Isto é extremamente util…)
O que da para fazer com controle do nintendo Wii (Veja no Orkut: Phun-2D)
HP2133: concorrente para o Asus EEE
IBM trabalho em novo tipo de memoria
Cientista usa drogas para aumentar desempenho
9000 PCs de escolas na Suica rodam GNU/Linux
Sistema planetario “como o solar”
A pseudociência de um notório Reichsfuhrer-SS

É isso…

[]’s

Oush… ta complicado

Estou precisando colocar os links que venho selecionando nas últimas duas semanas; muitos valem a pena ser lidos, entretanto ainda não tive tempo para isso. Peço desculpas aos leitores…

De qualquer forma, assim que eu acordar pretendo colocar os links por aqui. Essa semana foi “corrida” e sobrou tempo apenas para criar um conta no Twitter. Logo eu falo mais sobre ele… 😛

Abraços.

Categorias:Notícias

O mundo e plano

abril 21, 2008 2 comentários

Estou lendo um livro cujo nome é o título deste post (O Mundo é Plano). O livro é muito bom e recomendo a todos que tem interesse por Globalização e ‘achatamento’ de nosso mundo. 😉

Um pouco sobre o livro foi escrito pelo Luiz Zini Pires no Zero Hora. Reproduzo aqui seu texto:

“É fácil afastar da luz do abajur um robusto livro de 571 páginas que procura combinar intrincadas questões de política externa e complexas interrogações econômicas. É mais tranqüilo empunhar o rápido romance da hora, talvez o mais recente George Pelecanos, e esquecer o planeta globalizado que desperta os nossos neurônios.

Afinal, em distintos formatos, os jornais nos estufam de informações. Mas parte sempre se perde no entrevero das notícias. Thomas Friedman , antes de tudo, não deixa passar uma só e nos faz um grande favor. Em O mundo é plano, escolhe e organiza as informações mais relevantes dos últimos 15 anos. O autor embrulha as principais, discute com os seus protagonistas, comenta e facilita a entrada no cenário global, usando a acessível linguagem jornalística.

O livro é um manual do nosso tempo, obra que se sustenta na sala do executivo ou na da universidade.

O mundo é plano palmilha o espetacular globo novo: bola achatada, menor, mínima, íntima – onde um indiano de Bangalore é vizinho de dois cliques, onde um terrorista saudita é inimigo atrás de novas armas na Internet, onde qualquer um pode petiscar nossos dados mais pessoais na porta escancarada do Google.

O autor americano localiza os governos (a democracia na Índia faz seus muçulmanos serem diferentes dos muçulmanos de uma ditadura religiosa como o Irã), cerca as sociedades (os americanos dão boas-vindas aos seus ex-inimigos, cientistas russos que estão ajudando a plantar nos céus a nova geração de jatos dos EUA), abre as cortinas de hoje (como a queda do Muro de Berlim fomentou um shopping center mundial de 3 bilhões de clientes) e ainda ajusta o foco do amanhã (a Índia e a China têm mais de 100 mil alunos estudando em escolas e universidades dos EUA).

Friedman diz que o México, mesmo vizinho, nunca esteve tão longe dos EUA – apenas 10 mil mexicanos estudam em escolas americanas. O México está muito mais longe que a China, que precisa de 12 horas a bordo de um Boeing para pisar na América. Os mexicanos estão travados na burocracia. Os chineses têm uma extraordinária capacidade de convocar, até pelo regime que têm e do qual podem se livrar, e focalizar energias locais em reformas estudadas e específicas.

O país, com suas 160 cidades de mais de 1 milhão de habitantes, não pretende apenas enriquecer. Quer ser poderoso. Não quer só aprender a fabricar carros. Quer fazer da sua, a melhor marca. Destronar as estrangeiras, não importa a logomarca, e impor a chinesa – mesmo sabendo que para alimentar de gasolina sua colossal frota em 2012 será imperioso descobrir uma nova central de óleo como a Arábia Saudita.

O mundo é plano é um livro da pré-história da Internet e dos recuos e das conquistas. Começa e termina louvando a invenção que nos une e nos alegra e nos enche de terror. Acha correntes diversas. A do bem, a que faz o meu e-mail encontrar o seu em segundos em Tóquio, a uma noite de distância, e a do mal, a que os asseclas de Bin Laden usaram para detonar o World Trade Center (WTC) e plantar um novo tipo de medo.

A rede Al-Qaeda aprendeu a usar os mesmos instrumentos globais que as corporações transnacionais. Se as multinacionais buscam a produção de mercadorias e o lucro, os terroristas procuram o medo, o tumulto e os assassinatos. As autoridades dos EUA classificam toda essa rede clandestina de ‘O Califado Virtual’.

Um braço dela, paquistanês, pôs na rede mundial um vídeo da decapitação do repórter do Wall Street Journal Dani Pearl. Há uma nova era aí. É boa, mas no seu seio há novo fermento para os nossos piores medos. O mundo plano não facilitou só a comunicação, a paixão e o comércio na rede. A conexão total e instantânea ajudou a disseminação do terror moderno.

Tudo ao vivo.

Tudo espalhado em 24 horas ou no instante que você bem entender, na cozinha, na escrivaninha do escritório, no celular na rua, antes, durante ou depois da primeira cafeína do dia.

Bem-vindo à realidade.

Vale a pena.

😉

Categorias:Artigos, Computação

Relacionamentos digitais

abril 15, 2008 1 comentário

Preciso fazer um apanhado geral das notícias, ou melhor, criar vergonha na cara e colocá-las aqui, já que as principais notícias já estão pré-selecionadas no [meu] Google Reader. Diga-se de passagem, tem muita coisa boa…

Quero ver se escrevo um pouco sobre Iluminismo, mas sou sincero em dizer que estou sem tempo para fazer isso. 😛 Por isso mesmo que não vou prometer…

De qualquer forma, o post de hoje é uma resposta ao do InterNey. Represento abaixo as perguntas feita pelo autor:

• Seus relacionamentos digitais são reais ou virtuais?
• Quantas pessoas em suas redes sociais você conhece de verdade?
• O quanto você se esforça para conhecer pessoalmente aqueles que você nunca apertou a mão?
• Quando você segue uma pessoa no twitter você está esperando uma oportunidade para encontrá-la ou é apenas uma perseguição virtual?
• Quantos telefones tem na sua agenda?
• Como os relacionamentos digitais transformaram sua vida pessoal e profissional?

Os relacionamentos digitais que eu tenho são na maioria reais e virtuais. Veja bem, possuo amigos (no Orkut, por exemplo) que eu [ainda] não conheci pessoalmente, tenho outros que estão em meu convívio social (diariamente), e outras, que apesar de conhecer, não tenho um laço forte, ou seja, não passa de um aperto de mão e perguntas de como está a família. Conhece aquela frase: “Fazer o social…”? É bem isso.

Eu não sou um maníaco do add, ou seja, eu não adiciono todos que tem um gosto parecido com o meu. Adiciono amigos que eu já tive um contato pessoalmente; que já troquei ao menos um ‘oi’; que mudaram de cidade (ou país); ou, em alguns casos, também adiciono pessoas que troquei idéias sobre um determinado assunto (teatro, críticas literárias, cinema, música, matemática, física, etc).

Algumas pessoas que tenho apenas um contato virtual, tenho o interesse de encontrá-las para levar um papo cara-a-cara. Entretanto, por motivos pessoais e de localização (distância) muitas vezes se torna inviável, e é ai que entra o lance de que ‘internet diminui essa distância’.

Em minha agenda tenho os telefones “mais importantes”. Ou seja, aqueles que quando eu precisar de ajuda, posso contar. Não adianta ter n+1 números telefônicos, se quando há urgência você não consegue encontrar aquele que mais precisa. A agenda se torna pouco efetiva.

PS: Tem dezenas de coisas que eu gostaria de falar a respeito, mas vou me limitar as perguntas feita pelo autor, quem sabe um outro dia escrevo mais sobre isso. 😉 Sintam-se a vontade para responderem as perguntas (feitas pelo autor) nos comentários.

Abraços.