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Archive for março \30\UTC 2008

Otras cositas mas…

março 30, 2008 Deixe um comentário

Está com dúvida na escolha de monitores? Veja: Como escolher monitores com tela grande (Aproveite: Monitores maiores aumentam produtividade
Processadores auto-refrigerados deverão aposentar cooler mecânicos
Troca de informações por luz em chip multicore (Nature: High-throughput silicon nanophotonic wavelength-insensitive switch for on-chip optical networksNature Photonics
Informações sobre o Mandriva Linux 2008
Debate planetário
Desafios da divulgação científica
Brasil no Pierre Auger
Supermáquina chega a Unicamp
E-book ou livro impresso?

Qualquer coisa, eu vou editando aqui. 😉

Abraços.

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Algumas cousitas…

março 28, 2008 Deixe um comentário

A necessidade de ampliar as ideias

março 27, 2008 4 comentários

Premido por suas necessidades, o Homem cria suas ferramentas e, quando estas se mostram eficientes, o próprio uso das mesmas gera o seu aperfeiçoamento. O alicate primitivo deve ter se originado a partir da necessidade concreta de segurar alguma coisa, sem que nossas mãos pudessem fazê-lo (uma brasa, p. ex). Este alicate primitivo, imaginamos, devia ser bastante rústico: duas barras articuladas por um pino. No entanto, hoje, ao entrar numa loja de ferramentas, podemos observar alicates de muitos tipos diferentes, alguns até bastante sofisiticados.

A ferramenta evoluiu, superou suas finalidades iniciais e, nesse processo lento e demorado, ela foi sendo aperfeiçoada não apenas por uma pessoa, mas por todo o gênero humano. Assim também se passa com as ferramentas matemáticas. Por exemplo, a Trigonometria, que foi criada para resolver um determinado problema (cálculo de distância inacessíveis), hoje encontra muitas outras aplicações. Para que isso fosse possível, as suas idéias iniciais foram obrigadas a evoluir. De que maneira? Segundo que processo?

A vida nos mostra que o homem supera seus problemas a partir deles mesmos. Uma dificuldade muitas vezes é vencida negando-se a mesma. Empregamos negar no sentido de abandonar a situação existente e substituí-la por outra. É evidente que só interessa uma negação que corresponda à passagem para uma situação “mais favorável”, “mais evoluída”. Esta negação pode ser consciente ou inconsciente (parcial ou totalmente). Pode ocorrer num prazo de dias, de meses ou de séculos. Alguns exemplo ilustram essa afirmação:

  • uma criança de poucos meses não sabe andar. Ela aprenderá a andar, andando, ou seja, negando a sua situação anterior. Este processo é mais reflexo e cultural do que consciente;
  • se uma pessoa tem preconceito racial e mais tarde o abandona, isto envolve um processo pessoal de negação, ou seja, de substituição de um estágio psicológico e moral por outro, “mais evoluído”. Como isto se dá? A partir de uma série de informações e experiências que entram em contradição com o preconceito. Mas, a visão do mundo, para esta pessoa, está estruturada, até então, para dar lugar a tal preconceito e negá-lo exige uma reestruturação desta concepção de mundo. As contradições criadas têm que atingir um acúmulo suficiente para que esta pessoa ponha em dúvida toda sua visão de mundo anterior. Esta característica é comum a todo processo de negação. Num certo instante as novas informações criam as condições necessárias para o estabelecimento de uma nova concepção da vida na qual se tenha negado o preconceito;
  • no plano social e histórico, a escravidão foi um sistema vigente durante muitos séculos. Mas acabou sendo negada (superada) pelo sistema feudal, que deu início à Idade Média. Neste processo, os problemas acumulados na sociedade escravagista chegam a tal clímax que, por um lado, comprometem a própria existência dela e, por outro, fornecem os elementos para o aparecimento de uma nova sociedade. Os grupos sociais, tomando consciência deste processo, provocam as grandes mudanças históricas;
  • o feudalismo acabou também por ser negado (superado) pelo capitalismo comercial mercantilista, que dá início a Idade Moderna. Aqui também o processo é sócio-econômico e consciente.

Como isto é comum na vida: para poder avançar é preciso, muitas vezes, libertar-se do passado — e desse contínuo abandono do passado que depende o progresso do Homem. Essa situação é muito bem descrita na cena final da Peça didática de Baden-Baden, de Brecht, quando o coro afirma: Nós vos convidamos a marchar conosco e a conosco transformar não somente uma das leis da terra, mas a lei fundamental. E insistem: Quando vocês tiverem melhorado o mundo, melhorem este mundo melhorado! Abandonem este mundo! E ainda: Quando completando a verdade vocês tiverem transformado a humanidade, transformai esta humanidade transformada. Abandonai-a! E conclui: E transformando o mundo, transformai-vos. Saibam abandonar a vós mesmos!

Aloe! I’m back

março 27, 2008 Deixe um comentário

Escreverei para o blog nos finais de semana, ou quando sobrar um tempinho. Vai ser o mesmo esquema de antes; apanhado geral das notícias, opiniões, links, etc.Como podem ver, mudei o nome do blog para Caminhos para a liberdade. A inspiração veio do livro O Mundo Assombrado pelos Demônios, de Carl Sagan, que tem um capítulo com o nome O caminho para a liberdade. 😉

Estou preparando um post inicial sobre a necessidade de ampliar as idéias. Na verdade, ele é uma cópia do livro do Jakubovic.

[]’s

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