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Coisitas da semana

Nesse post, vou fazer um apanhado de coisas que li durante a semana; notícias científicas, políticas, e-books, entrevistas, etc.
Vou deixar uma opinião minha sobre algumas notícias “políticas”. Portanto, segurem a calça que talvez esse post vai ser grande.

As notícias, pretendo organizar das mais novas para as mais velhas.

Carbono no fundo do mar
Olho biônico pode chegar ao mercado em dois anos
Físicos já planejam o novo megacolisor de partículas
Robert Adler, inventor do controle remoto, morre.
eDRAM, memórias mais rápidas do mundo (Veja também; Intel mostra nova geração de transistores e IBM afirma que também sabe fabricar os novos transistores
Admirável pequeno mundo (Esse ainda não consegui ler, só consegui fazer um leitura por cima)
Motor quântica poderá gerar mais energia do que consome (Veja também; Demônio de Maxwell e Construção de nanomáquina conhecida como Demônio de Maxwell)
Álcool brasileiro pode ser alternativa energética mundial”
Memória molecular de altíssima densidade abre caminho para computadores moleculares (Veja também; Computador de DNA
Criação em Computação

Algumas razões para ser um cientista (É um livro em .pdf, editado pela CBPF; vale muito a pena ler)

Mudando o foco…

Ética em Ciência e Tecnologia
Inovar para Competir, Carlos Henrique de Brito Cruz
Governo estuda trocar dívida de universidades por bolsas
Vizinhos de SP têm pior Ensino Público
Lula e o motel educacional
Aluno do Ensino Médio tem o pior desempenho em DEZ anos
MEC planeja criar 680 mil vagas nas Universidades federais (Veja também; Equação Complexa)

Por último, gostaria de parabenizar o Ivan Shestakov, professor do IME-USP, pelo seu prêmio recebido pela Sociedade Norte-Americana de Matemática, pela criação de um algorítmo que comprovasse a conjectura de Nagata, problema de análise de polinômios que persistia desde 1972. (Veja mais em; Enigma desvendado

E para “encerrar”, vou deixar um link para entrevista do Daniel Doro Ferrante, que está acontecendo na Comunidade de Física do Orkut.

[PS]: Talvez eu tenha esquecido de alguma notícia importante, mas é que foram tantas que eu li que acabei esquecendo de algumas.

Agora, minha opinião…

Essa semana recebi a seguinte frase: “O número de instituições não é exagerado em comparação com o número de profissionais capacitados para garantir a qualidade de ensino de que o país precisa?, então resolvi escrever um pequeno pensamento sobre.

A proliferação de instituições educacionais pelo Brasil, têm se tornado uma solução utópica para um mercado desumano e concorrido; esquecendo que quantidade não é sinônimo de qualidade. A exigência de alguns pré-requisitos, deveria ser fundamental, para proporcionar um ambiente adequado e com equipamentos necessários para o aluno.
Se essa disseminação fosse sinal de melhora, diversos problemas em nossa educação, e na falta de empregos, já estariam parcialmente resolvidos, quando na verdade, não é o que ocorre.

O que se percebe, é que a criação dessas instituições pelo Brasil, se tornou uma arma política e administrativa. Em que os governantes “fingem” estar resolvendo problemas na educação do país, e nós acreditamos cegamente. Quando na verdade, essa medida não passa de um “tapa buracos”, para não enchergarmos onde está a raiz do problema; no ensino básico brasileiro. Lugar de onde diversas crianças e adolescentes, saem como analfabetos funcionais, não conseguindo desenvolver habilidades de interpretação.

A partir do momento que começamos a discernir o exagerado número de instituições, nós fazemos as seguintes perguntas – “Não são instituições demais, para poucos profissionais qualificados?” – “Qual seria o dinamismo e a flexibilidade dessas instituições, nas matérias cursadas durante a graduação?”. E então, percebemos que a falta de profissionais qualificados para exercer função de educador; é diretamente proporcional ao grande número de instituições que jogam no mercado, uma verdadeira autopropagação, onde o professor finge que explica e os alunos fingem que entendem.

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  1. fevereiro 27, 2007 às 3:50 pm

    Eu sou português e esse pensamento que tu tens no post assenta que nem uma luva também em Portugal.

  2. março 4, 2007 às 1:07 am

    Obrigado pela visita. 😉

    Com essa resposta, acho que eu me encontro em um estado de preocupação maior do que eu já estava.

    Complicado, muito complicado…

    []’s

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