The WORLD is flat

10 05 2009

Há muito tempo atrás eu escrevi sobre esse livro do Thomas Friedman aqui. Na verdade, comentei que eu estava lendo ele. :-P

A questão é que sempre achei o livro fantástico e que ele descreve MUITO bem como nosso mundo vem se organizando. Friedman, basicamente dividiu esse “achatamento” [que ele comenta] global em 3 partes:

  • Globalização 1.0: mudou o mundo de grande para pequeno
  • Globalização 2.0: através das multinacionais mudou o mundo de médio para pequeno
  • Globalização 3.0: mudou de pequeno para minúsculo.

É inegável que em todos esses processos o indivíduo participou, todavia na Globalização 3.0 em particular, o indivíduo começou não só a fazer parte do processo como contribuir nele. O livro do Friedman além de fazer uma geral nas “10 forças que achataram o mundo” (é assim que ele chama no livro), nos remete a pensar nas coisas que estão mudando radicalmente o mundo.

A idéia discutida por Thomas é tão ampla que nos remete a a necessidade de ampliar as idéias. Já que para poder avançar é preciso muitas vezes, liberta-se do passado — e desse contínuo abandono do passado que depende o progresso do homem.

Nós vos convidamos a marchar conosco e a conosco transformar não somente uma das leis da terra, mas a lei fundamental.
E insistem: Quando vocês tiverem melhorado o mundo, melhorem este mundo melhorado! Abandonem este mundo!
E ainda: Quando completando a verdade vocês tiverem transformado a humanidade, transformai esta humanidade transformada. Abandonai-a!
E conclui: E transformando o mundo, transformai-vos. Saibam ABANDONAR A VÓS MESMOS!

(cena final da peça didática de Baden-Baden, de Brecht)

Olha só que coisa incrível de todo esse processo:





Ars Physica – Ciência de qualidade

9 05 2009

Ainda relacionado ao assunto anterior, gostaria de indicar um blog que segue MUITO a linha do projeto free culture. O blog em questão é o:

logo_ars_physica

Eu conheci todo esse pessoal responsável pelo projeto na Comunidade de Física do Orkut da qual faço parte. Sou muito grato a essa comunidade não só pela oportunidade de contato com profissionais responsáveis e de uma sabedoria inquestionável, mas também pelas dúvidas solucionadas, incentivo e motivação.

Não só eu como muitos alunos do Ensino Médio (inclusive um desses que acompanhava em “segredo” — não posta com freqüência — está fazendo Bach. em Física comigo aqui na UNESP) recebem um grande incentivo em fazer ciência ou se encontrar profissionalmente. :-)

Enfim, o Ars Physica é um esforço coletivo e colaborativo, não só dos vários Editores que o compõem, mas também dos usuários. Nosso objetivo é abrir e manter um canal direto entre cientistas e pesquisadores profissionais e o público: é esse diálogo que é enriquecedor, como vocês podem ver no próprio blog.

A política adotada pelo AP pode ser lida no link acima, mas faço questão de repoduzí-la aqui:

Visão

Nós visamos um futuro no qual políticas de Ciência e Tecnologia vão ajudar todas as pessoas a viverem num ambiente mais limpo e socialmente cívico e justo, gozando de bons sistemas de educação e saúde.

Missão

Somos uma organização educacional sem fins lucrativos e sem afiliações partidárias. Nossa missão é a de renovar o respeito por debates [sociais] e processos deciditórios políticos e governamentais bem fundamentadas em evidências empíricas.

A missão do Ars Physica incorpora alguns elementos principais:

  1. Aumentar a preocupação na mídia para a Ciência e sua divulgação de qualidade;
  2. Educação do público com respeito à políticas científicas, assim como a educação da comunidade científica com respeito ao processo político e seus meios que podem ser usados para contribuições efetivas, influenciando os representantes eleitos;
  3. Prover uma área para troca de informações, conectando experts, cientistas, jornalistas e ativistas;
  4. Preservar e estender o acesso civil ao mundo acadêmico;
  5. Colaborar com organizações relacionadas;
  6. Nutrir uma comunidade cívica pró-ativa, desde “grassroots activists” até “experts” técnicos e acadêmicos.

Crenças

Os Cientistas e cidadãos que constituem o Ars Physica estão unidos por alguns valores e crenças que guiam todo nosso trabalho:

  • Governo de Qualidade: Cientistas sabem como testar teorias, como discernir fatos de ficção, e como responsabilizar a si mesmos. Lideranças e políticas de qualidade deveriam depender em processo semelhantes;
  • Debate Público e Aberto: Debates vigorosos e baseados em evidências só fazem melhorar as política governamentais, assim como com teorias científicas. A falta de transparência excessiva só serve para proteger ideologias e incompetência;
  • Liderança Competente: Representantes públicos servem seus constituintes da melhor maneira quando suas convicções são baseadas e testadas dados objetivos e quando suas convicções pessoais não distorcem suas obrigações e responsabilidades perante o público;
  • Participação Política: Cidadãos educados e bem informados, questionadores, e civicamente engajados são essenciais para uma democracia bem sucedida.

Enfim, diante de um trabalho tão magnífico como este, não poderia faltar também um manifesto do que foi chamado de “Manifesto Ciência Livre” em que coloca em pauta o conhecimento livre para uma sociedade livre. Assim como as idéias gerais, faço questão de reproduzir aqui o texto:

Ciência Livre é uma questão de liberdade e não de preço. Ciência Livre é uma questão da liberdade de se utilizar, fotocopiar, distribuir, estudar, modificar e melhorar o trabalho [científico] em questão.

Mais precisamente, existem 4 tipos de liberdades:

  1. A liberdade de utilizar a Ciência (determinado trabalho científico) para qualquer propósito.
  2. A liberdade de estudar como um determinado trabalho científico funciona e adaptá-lo aos seus interesses. Acesso aos originais é pré-condição para isso.
  3. A liberdade de redistribuir cópias para que se possa ajudar ao próximo.
  4. A liberdade de melhorar o estudo, e lançar suas melhorias ao público, para que toda a comunidade se beneficie. Acesso aos originais é uma pré-condição para isso.

Um determinado trabalho científico é ciência livre se possuir todas as liberdades acima. Dessa forma, é possível se redistribuir cópias, com ou sem modificações, gratuitas ou cobrando-se uma taxa de redistribuição, para qualquer pessoa em qualquer lugar. Ser livre para se fazer essas coisas significa, entre outras cosias, que não é preciso se pedir ou pagar por permissão para tanto.

Deve-se haver também a liberdade de se fazer modificações e usá-las de modo privado no seu trabalho ou diversão, sem mesmo mencionar que elas existem. Se suas modificações forem publicadas, não deve ser necessário que você notifique nenhuma pessoa em particular, ou de qualquer forma em específico.

A liberdade de se utilizar da Ciência significa que qualquer pessoa ou organização pode usá-la para qualquer tipo de trabalho, objetivo ou propósito, sem que exista a necessidade de se comunicar com os pesquisadores ou qualquer outra entidade em específico. Nessa liberdade, são os propósitos do usuário que importam, e não o dos pesquisadores; enquanto usuário, você está livre para fazer qualquer tipo de uso da ciência, e se vc distribuí-la para alguma outra pessoa, aquela é livre para fazer qualquer uso que sirva seus propósitos, mas você não pode impor seus propósitos sobre ela.

A liberdade de redistribuir cópias em qualquer forma de mídia (digital, fotocópia, impressa, etc) das versões modificadas ou não.

Para que a liberdade de modificação e publicação de versões melhoradas faça sentido, é preciso acesso aos originais [do trabalho científico em questão]: dados, metadados, gráficos, hipóteses, teoremas, etc. Portanto, o acesso aos originais é condição necessária para a Ciência Livre.

Uma das formas importantes de se modificar um trabalho científico é através da agregação de dados disponíveis de modo livre. Se a licença de algum dado disser que não é possível incluí-lo num trabalho já existente, em casos em que é preciso se ser o detentor do ‘copyright’, então a licença é muito restritiva e não pode ser classificada como livre.

Para que essas liberdades sejam reais, elas têm que ser irrevogáveis desde que não se faça nada de errado; se o pesquisador [do trabalho científico em questão] tem o poder de revogar a licença, sem que haja uma causa, a pesquisa não é livre.

Entretanto, algumas regras sobre o modo de distribuição da pesquisa científica em questão são aceitáveis desde que não conflitem com as liberdades centrais.

Pode se ter pago dinheiro para se obter os resultados de determinada pesquisa, ou pode se tê-la obtido gratuitamente. De qualquer maneira, sempre se tem a liberdade de se copiar e se alterar o conteúdo dela, até mesmo de se vender cópias.

Ciência Livre não significa não comercial. Uma pesquisa livre pode estar disponível para uso comercial, desenvolvimento comercial, ou distribuição comercial.

Em geral, se utiliza o “copyleft” para se proteger legalmente essas liberdades. Porém, existe Ciência Livre que não é licenciada via copyleft – apesar de existirem razões pragmáticas para o uso do copyleft.

—x—x—

Enfim, recomendo fortemente que vocês leem no blog todas as propostas, referências e também as postagens.

P.S.: Eu fiz o logo do Ars Physica com o pouco que conheço do Photoshop e utilizando tutoriais que eu baixo e deixo no meu computador para realizar quando sobra tempo, espero que tenham gostado. :-)





Geração “vagalume”

24 04 2009

Desde que cheguei na rodoviária fiquei reparando em algumas coisas que estavam (e estão) ao meu redor. Passei horas observando o quanto as pessoas verificavam seus celulares em busca de ligações e mensagens não recebidas. É engraçado, porque isso acontece com tamanha frequência que parece até mesmo TOC (Transtorno Obsessivo Compulsivo) generalizado.

Todas essas pessoas parecem estar esperando por algo… que nem mesmo elas sabem o que é; basta alguém tirar o celular do bolso e olhar, para outro ver e fazer o mesmo. Parece até mesmo quando alguém boceja na sua frente e você também acaba tendo essa vontade…

A surpresa disso tudo foi ao entrar no ônibus e ver que suas luzes estavam todas desligadas, mas as “luzinhas” de cada pessoa se mostravam em meio aquela escuridão; eram celulares, mp3 players, PDAs, notebooks, alguns inclusive conectados à internet. Entrei em um ônibus que tinha tanto upload e download de informação sendo feito que se comparado a 20/30 anos atrás essa mesma quantidade de informação era acessada apenas em um ano de tráfego.

As pessoas escreviam dali de dentro daquele ônibus seus pensamentos, suas emoções, frustrações, mostravam seus projetos, suas músicas favoritas, escreviam cartas para pessoas queridas, enviavam e-mails, atualizavam seus twitter(s), faziam compras e transformavam suas longas horas de viagem em muito mais do que uma noite de sono; elas traziam para suas noites a capacidade de mostrar ao mundo seu pensamento de tudo o que estava em sua volta.

E isso é incrível! Confesso que existe dezenas de pontos negativos, que eu NÃO pretendo enumerá-los, em se ter um público ávido por inovações, mas a capacidade de informação que conseguimos nessas últimas décadas tem se mostrado muito mais positiva do que negativa para o “pensar” do ser humano.

Foi então que percebi que a minha geração Y conhecida pelos avanços tecnológicos e prosperidade econômica, poderia também ser nomeada de geração vagalume. Em meio a escuridão, surgimos com nossas telas LCDs, realizando tarefas múltiplas e cultivando nosso ócio de uma maneira criativa.

P.S.: Me desculpem pela demora para postar algo novo é que foram muitos feriados e também muita gripe para ninguém botar defeito, que inclusive me prejudicou em algumas provas que precisarão ser recuperadas mais tarde. Mas… coisas da vida.





Pattie Maes demos the Sixth Sense

4 04 2009

This demo — from Pattie Maes’ lab at MIT, spearheaded by Pranav Mistry — was the buzz of TED. It’s a wearable device with a projector that paves the way for profound interaction with our environment. Imagine “Minority Report” and then some.

Pattie Maes, at the MIT Media Lab’s new Fluid Interfaces Group, Pattie Maes researches the tools we use to work with information and connect with one another.

P.S.: E você achando que Minority Report era apenas um filme de ficção, não é mesmo? ;-)





Teste: Greasemonkey, Mozilla, TeX, Mathematics…

27 03 2009

Como podem ver estou fazendo alguns testes por aqui, pois pretendo utilizar equações matemáticas em alguns posts, então será muito útil esses plugins do FireFox que irei comentar.

Não quero dar a impressão de que que estou restringindo o acesso para aqueles que possuem o FireFox, mas infelizmente o Internet Explorer que é o mais usado não possui nenhum plugin para visualização de fórmulas em [;\LaTeX;], então infelizmente de certa forma aqueles que utilizam o IE vão ser prejudicados quando eu escrever algum artigo que utiliza de várias passagens matemáticas.

Mas posso garantir para aqueles que não pretendem instalar outro navegador como o FireFox que irei tentar fazer o artigo o mais claro possível… para mesmo sem as equações ser compreensível; mas já adianto que vai perder 60% da beleza. ;-)

O meu conselho é que utilizem o FireFox e não precisa nem procurar muito para achar dezenas de artigos espalhados pela Web que dizem quais os benefícios dele em relação ao Internet Explorer. Nomais, isso não quer dizer que aqueles que não possuem o FireFox precisam deixar de frequentar aqui, até porque eu não tenho como pretensão escrever artigos com equações matemáticas todos os dias, apenas de vez em quando. Não se desesperem…

Para aqueles que já possuem o FireFox instalado, recomendo que instalem o seguinte plugin: TeX the World. Mais simples que clicar no Install não existe. Ele permite a visualização das fórmulas escritas em [;\TeX;]; posso garantir que aqueles que não conhecem o script ficarão surpresos com o resultado.

É isso… estou cansado e com dor-de-cabeça, pois estudei o dia inteiro; se sobrar tempo eu falo um pouco mais sobre [;\TeX;] e [;\LaTeX;] aqui no blog, apesar que o pessoal da Ars Physica já falou bastante sobre isso. Veja: ScribTeX = Wiki + TeX , Matemática na era da Web2.0 , Novas estruturas sociais e o cientista hacker.

Com esses já dá para fazer a festa…

Agora o teste final… para eu ter certeza que está tudo funcionando (agradeço ao João Antonio da comunidade de física por ter me passado as fórmulas em [;\LaTeX;] já que sei pouquíssimo para não dizer nada).

Se [;f(x) = \ell n(x);] então [;f'(x) = \frac{1}{x} ;]

[;f'(x) = \lim_{h\to 0}\, \frac{f(x + h) - f(x)}{h} = \lim_{h\to 0} \,\frac{\ell n(x+h) - \ell n(x)}{h};]
[;f'(x) = \lim_{h\to 0} \,\frac{\ell n(\frac{x+h}{x})}{h} = \lim_{h\to 0} \,\frac{1}{h}\ell n(1 + \frac{h}{x});]
[;f'(x) = \lim_{h\to 0} \,\ell n(1 + \frac{h}{x})^{\frac{1}{h};]

Mudando as variáveis:

[;\frac{1}{v} = \frac{h}{x};] temos que [; v\to \infty ;] quando [;h\to 0 ;], donde:

[;f'(x) = \lim_{v\to \infty} \, \ell n(1 + \frac{1}{v})^{\frac{v}{x}}= \lim_{v\to \infty} \, \frac{1}{x} \ell n(1 + \frac{1}{v})^{v};]
[;f'(x) = \frac{1}{x}\ell n(\lim_{v\to \infty}(1 + \frac{1}{v})^{v}) = \frac{1}{x}\ell n(e);]

Portanto: [;\fbox{f'(x) = \frac{1}{x}};]





What’s in my bag?

25 02 2009

Seguindo a linha do O que tinha na minha mochila e do flickr que possui um grupo que se chama What’s in your bag, irei escrever um post sobre as coisas que estavam em minha mochila e as coisas que irão entrar agora com a nova mudança.

What's in my bag?

What's in my bag?

O que está riscado foi o que retirei e o que está grifado foi o que acrescentei:

  • Mp3 player em uma caixinha de óculos
  • Cabo para recarregar mp3
  • Chave de casa
  • Gilete
  • Canivete suiço
  • Lanterna-chaveiro
  • Calculadora simples
  • Cortador de unha
  • Desodorante pequeno
  • Regua média
  • Paracetamol
  • Pasta de dente
  • Escova de dente
  • Polchet para moedas
  • Óculos de sol
  • Papéis em branco para fazer anotações
  • Canetas
  • PenDrive
  • Câmera
  • CD de instalação Ubuntu
  • Carteira
  • Celular
  • Flanela para limpar notebook
  • Microfone para skype
  • Pilhas recarregaveis
  • Carregador
  • Livros (depende do dia)
  • Uma peça de roupa (quando necessário)
  • Agenda 2009
  • Bloquinho de anotações (substituiu os papéis para anotação)
  • Foto da namorada
  • Carregador de celular

Na mesma linha de pensamento, posso indicar também o Kit de sobrevivência geek do Efetividade e o The world is my office do John Chow. ;-)

Espero que se divirtam e compartilhem também o que tem na mochila de vocês.





Um bom profissional para o mercado

18 02 2009

Surgiu um tópico na comunidade que a dúvida era sobre qual carreira seguir: Engenharia ou Física.

Não quero entrar no mérito da questão até porque ainda me acho incapaz para discutir assuntos desse naipe, pois nem se quer iniciei minha graduação, em outra palavras, não sai nem da fralda… quem sou eu para dar um conselho desses. :-P

Mas uma resposta que Butters — apesar de saber seu nome, vou tomar como partido que ele não queira ser revelado — deu ao jovem chamou MUITO minha atenção. Pois na minha forma de ver o mundo é o que penso ser um bom profissional.

Tentarei não modificar suas frases, só farei isso quando for necessário para tornar o texto mais claro. ;-)

No mundo que vivemos hoje “o que faz a diferença realmente são suas habilidades e seu perfil como um profissional. Independente de qual carreira você escolher você deve ter os seguintes pré-requisitos caso queira uma boa colocação.”

Para isso “ser fluente em inglês é um pré-requisito e não mais um *diferencial* como antigamente. Como você está na América do Sul é de “bom tom” saber o espanhol” e, claro, “com o crescimento da China fica a dica também do chinês”. A questão é que hoje o “inglês e o espanhol se tornaram pré-requisitos” que facilitam na “peneirada”.

Outro de seus conselhos são para os inimigos da informática: “saber um pouco a mais do que o mínimo necessário em informática. Domine o Office; programas livres são excelentes e em teoria serial o ideal para todo mundo usar, mas a realidade não vai mudar o mercado que é dominado pela Microsoft”.

Tive a oportunidade de conversar com o ex-presidente da Johnson & Johnson e ele foi bem claro em dizer que a empresa procura por pessoas CRIATIVAS, que tenham habilidades além do seu curriculum e do muro da universidade.

Inclusive, o Butters coloca que “no mercado o pessoal gosta de coisas fáceis, que não dão trabalho e que se resolvem sozinhas com um “click de botão”. Você precisa ser capaz de passar informações portantes de forma rápida e acessível para quem garante seu salário!”. Já ouviram falar em fast food? É mais ou menos por ai…

A lei do mercado é: seja prático e eficiente quando necessário. Para usar outro exemplo do Butters, não adianta o cara saber escrever programas em C++ sensacionais sendo que ele era o único entendia; ou seja, trabalho dobrado já que ele tinha que “traduzir tudo” pro Excel. E, no mercado, tempo é dinheiro!

“Saber programar e usar pacotes matemáticos e estatísticos também é importante, mas no geral esses softwares só facilitam o seu trabalho com cálculos, mas no final você precisa ter o traquejo de saber falar e passar informações para “leigos”.”

“Outra dica importante: cuide da sua imagem. Sempre que puder compre roupas boas, tenha um terno razoável. Se você for em entrevista de emprego em uma grande empresa vá sempre de terno. Vá de terno mesmo em dinâmicas de grupo de programas trainee. O pessoal que gosta de muito $$ correlaciona muito sua imagem com sua vida profissional. Uma empresa tem como objetivo principal a VENDA de seu produto, portanto a IMAGEM para ela é importante, não tem como fugir disso, afinal o consumidor olha a aparência.

Mas tenha em mente que: A imagem chama atenção para você, mas o que vai te manter bem colocado numa empresa é seu conteúdo!

Seja uma pessoa extrovertida (porém sem exageros e sem piadinhas inapropriadas), seja comunicativo e saiba ouvir seus colegas e trabalhar em grupo.”

As dicas do Butters são extraordinárias e representam MUITO o que uma empresa procura hoje como um profissional qualificado.





Dell apresenta Adamo e Mini 10

16 02 2009

A Dell caprichou no design desse [novo] notebook; ele ficou extremamente elegante. Colocarei algumas fotos que peguei no FlickR do BrianSolis.com.

Dell

Dell

Recomendo fortemente a leitura do artigo que o Guia do Notebook escreveu, pois contém boas informações. Além é claro de recomendar também a leitura do artigo da Bub.blicio.us.

Dell

Eu poderia ter feito um copy and paste ou feito um resumo de ambos os sites, mas achei melhor apenas ‘linkar’; economizar palavras e não ficar escrevendo a toa. :-P





O que é um wiki?

11 02 2009

Aproveitando o texto do Tom no AP, resolvi falar um pouco sobre um Wiki. Já que ele tem se tornado tão popular quanto um blog.

Acho que todos estão rodeados de wikis, blogs, twitters, mas tem hora que a banda anda tão depressa que de repente você pára e se pergunta: Mas que diabos é um wiki?

Wiki é um site colaborativo, onde o conteúdo pode ser modificado e criado por diversas pessoas. Como qualquer pessoa de qualquer lugar do mundo pode editar, gera uma certa discussão quanto a credibilidade as informações contidas.

Entretanto a forma como um wiki é estruturado permite que qualquer informação falsa seja rapidamente (re)editada por outro colaborador, além é claro dos administradores que tem o “poder” para banir usuários que cometam vandalismo.

O objetivo de um Wiki é criar uma enciclopédia livre. Todavia, também há wikis que servem como comunidades virtuais que reúnem apenas um tipo de assunto, outros wikis possuem um determinado tema, etc.

O wiki faz parte do conjunto que é a Web 2.0. A web como plataforma; os sites perderam aquela característica estática para se tornarem verdadeiros aplicativos no servidor. “Sites aplicativos” como os wikis, blogs, etc. apresentam uma integração mais eficiente com a interface do cliente (que é o browser). Com isso, o conteúdo gerado passa a ser dinâmico e MUITO mais flexível, já que permite um contato “direto” entre o usuário-servidor.

‘Wikis’ e ‘Blogs’ podem ter um impacto MUITO importante na sociedade desde que a ferramente seja bem utilizada.

Recomendo fortemente a leitura desse artigo da HowStuffWorks e também desse artigo. Contém boas explicações (bem melhores que as minhas) do que é um wiki.





TrackClass e Soshiku: organizando suas tarefas

2 02 2009

Vou aproveitar que as férias estão acabando e que o pessoal está voltando a trabalhar e estudar para falar um pouco sobre dois programas bacanas que encontrei na internet: TrackClass e o Soshiku. Ambos os programas são ferramentas gratuitas que oferecem a possibilidade de gerenciar compromissos e anotações.

O segundo eu ainda não usei, pois conheci ele por meio da Folha de São Paulo, mas como ele se parece com o primeiro resolvi citar para o leitor poder ter direito de escolha.

Esses programas tem como objetivo deixar seus estudos organizados; eles possuem espaços dedicados a compromissos, exames, anotações e calendário. Não sei o Soshiku mas o TrackClass possui também uma Dashboard que faz um resumo de todas as atividades e, ainda, mostra quanto tempo falta para terminar as atividades.

Pelo que pude reparar de diferença maior entre os dois é que o TrackClass permite integrar as informações com o aparelho celular, já o Soshiku não.

O negócio é começar o ano organizado para terminar ele sem ficar louco. :-P