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“Borboletas” de Mario Quintana

Quando depositamos muita confiança ou expectativas em uma pessoa, o risco de se decepcionar é grande.

As pessoas não estão neste mundo para satisfazer as nossas expectativas, assim como não estamos aqui, para satisfazer as dela.

Temos que nos bastar… nos bastar sempre e quando procuramos estar com alguém, temos que nos conscientizar de que estamos juntos porque gostamos, porque queremos e nos sentimos bem, nunca por precisar de alguém.

As pessoas não se precisam, elas se completam… não por serem metades, mas por serem inteiras, dispostas a dividir objetivos comuns, alegrias e vida.

Com o tempo, você vai percebendo que para ser feliz com a outra pessoa, você precisa em primeiro lugar, não precisar dela. Percebe também que aquela pessoa que você ama (ou acha que ama) e que não quer nada com você, definitivamente, não é o homem ou a mulher de sua vida.

Você aprende a gostar de você, a cuidar de você, e principalmente a gostar de quem gosta de você.

O segredo é não cuidar das borboletas e sim cuidar do jardim para que elas venham até você.

No final das contas, você vai achar
não quem você estava procurando, mas quem estava procurando por você!

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  1. Dri
    junho 24, 2009 às 10:03 pm

    eu acho o final maravilhoso! :)

  2. junho 28, 2009 às 11:49 pm

    Exatamente.
    Não devemos depositar confiança e expectativas nos outros, corremos mesmo um grande risco de nos decepcionarmos e nos machucarmos bastante.
    Devemos depositar confiança e expectativas em nós mesmo, que conhecemos os nosso limites, virtudes e defeitos e, até mesmo, o que somos capazes de fazer. Quando, na verdade, é impossível conhecer isso em outra pessoa que não na gente. :D
    Abraços, Mateus.

    A “Dri” anterior não sou eu.

    • julho 4, 2009 às 2:16 pm

      Dri, a interpretação do poema é pessoal e para mim isso é o mais belo que há na poesia. Entretanto, me sinto no direito de colocar a minha leitura do poema e se você não concordar, podemos discutir.

      Na verdade, penso que devemos depositar um pouco dessa confiança e até expectativa, já que totalmente sem elas fica difícil haver algum comprometimento para com o outro. A questão é que nós devemos nos oferecer totalmente, porém não devemos esperar algo em troca.

      Oferecer para ser feliz consigo é também fazer o outro feliz. Quando a gente compartilha de nossa felicidade sem esperar do outro o mesmo, somos mais feliz com nós mesmos e, consequentemente, ha um retorno.

      O segredo está em saber o que significa completar o outro ao invés de querer dominá-lo.

      Abraços.

  3. Lisandra
    novembro 7, 2009 às 8:14 pm

    Bem, eu acho que até o ponto que a gente possa se sentir seguro do que sente, e saber que a pessoa te completa e faz com que isso se torne um só, a confiança e expectativas sempre vão acontecer, e pessoas acham que o amor é facil de se sentir, mas não, muitas das vezes, realmente é a necesidade de estar com alguém e não de amar verdadeiramente, para muitos amar uma pessoa é conhecer um dia e no outro ja dizer Te Amo, o que eu acho completamente hipocrisia, porque você tem que saber o que realmente sente para poder dizer!
    Eu acho o amor lindo, e acho que tem que valorizado ao extremo, que é o maior sentimento que alguém pode sentir por outra pessoa!
    P.S quando se sabe sentir!

  4. outubro 22, 2010 às 4:33 pm

    muito mara esse poema amei na primeira vez que li….sem comentarios
    abraços

  5. outubro 22, 2010 às 4:35 pm

    muito bom

  6. Gisa
    novembro 29, 2010 às 9:59 am

    Mario Quintana nunca escreveu isso. Mas é bem bonito sim.

    • novembro 29, 2010 às 10:32 am

      Olá, Gisa.

      Eu procurei um tempo atrás saber mais sobre o texto e realmente encontrei alguns lugares dizendo sobre a possibilidade de não ser do Mario Quintana, entretanto não encontrei nenhuma fonte segura e nem algo mais concreto.

      Você teria algo para me ajudar nisso? Porque dizer que é apenas pela escrita de Quintana, acredito que é simplificar demais as palavras…

      Grande abraço!

  7. CARMEN VIANA
    junho 15, 2012 às 6:15 pm

    FICAVA FEITO LOKA PROCURANDO ESSA POESIA NOS LIVROS E POUCAS GENTE CONHECIA,VIM NO GOOGLE CONSEGUIR OBAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA

  8. julho 31, 2012 às 12:40 am

    Apesar de a leitura ser pessoal, acho que o autor deixa claro a maturidade deste “ser ideal” que ele aponta no texto. Não fala de amor romântico, nem de um ansioso-ambivalente, ele fala de um amor seguro. Mario ou não, um sábio quem escreveu.

  9. Daisa Tavares Carrijo
    julho 7, 2013 às 12:08 pm

    Mário Quintana, fala com simplicidade o que muitos autores , não atingem porque falta espontaneidade, naturalidade. Lindo o que o autor afirma: ” as pessoas não se precisam, elas se completam… não por serem metades, mas por serem inteiras…” São palavras completas que nos levam a refletir sobre essa busca constante em encontrar alguém que divida conosco alegrias e dores. Quanta decepção sofremos por tal conduta ! temos que nos encontrar primeiro, não transferir para o outro nossos anseios. Será o medo da morte que nos impulsiona a essa busca muitas vezes inútil? Medo da solidão ?

  10. outubro 29, 2013 às 11:48 pm

    Pode-se AMAR quanto quiser esse txt, só não se pode dizer que é do Mário Quintana, porque NÃO É!

    • novembro 10, 2013 às 1:27 pm

      Olá, Rosa Maria Ferrao. Um tempo atrás procurei saber sobre a autoria do poema, inclusive comentei mais acima com a Gisa. Infelizmente não encontrei algo concreto dizendo que não era realmente do Quintana. Bem, se souber o autor, fique a vontade para acrescentar; fico até mesmo feliz em aprender um pouco mais. ;-)

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